Home » Notícias » Notícia

Detalhes da Notícia

Nasce uma Estrela: Califogo 07 é a nova integrante da Constelação Alvinegra

Alvinegro cria primeira Estrela na Califórnia e leva o Botafogo para todos os cantos do mundo

Publicado em 28/03/2019 por Constelação Alvinegra


    Rodrigo Medeiros, um carioca de 49 anos, nascido e criado no Leblon, atualmente mora na Califórnia e há 23 anos cultiva um sentimento que ninguém entende, mesmo a mais de 10 mil km do Botafogo. Para manter os laços com o clube do coração, Rodrigo decidiu oficializar a CaliFogo 07 como a primeira Estrela Californiana da Constelação Alvinegra.

    Alvinegro desde o nascimento, Rodrigo teve que dar adeus a Cidade Maravilhosa para se dedicar a carreira de professor de jiu-jitsu no exterior. Hoje, ele é o reflexo de uma criança que teve o esporte presente na infância: judô aos 5 anos e o mesmo jiu-jitsu desde os 12. A influência veio de dentro de casa: Armando Medeiros, pai de Rodrigo, foi atleta do remo e do atletismo do Botafogo nos anos 40 e 60.

    Mas a boa influência de Armando sobre Rodrigo não ficou restrita ao esporte. Ele, que já era botafoguense, passou, literalmente, de pai para filho seu amor pelo Glorioso. Como de praxe, as primeiras vezes que foi ao estádio foi acompanhado do pai. E ele se lembra bem do seu primeiro jogo: Maracanã em meados dos anos 70, devia ter uns 5 ou 6 anos e já pegava um clássico de cara: Botafogo x Fluminense.

– Eu fiquei fascinado com a torcida. Essa época o Maracanã era muito legal; levava bandeira, tinha festa de papel picado, papel higiênico. Eu não podia perder a entrada em campo (do time). O jogo pra mim era o de menos. E a torcida do Botafogo é linda. Nessa época então...mais ainda! - contou Rodrigo

    Aos 14 anos, o Alvinegro passou a acompanhar os jogos sem o pai. Conheceu mais a história do clube, levou e fez amigos na arquibancada e esteve ao lado do Botafogo pelos quatro cantos do Brasil. Assistiu ao vivo e a cores a Copa Conmebol de 1993 e o Campeonato Brasileiro de 1995, mas para ele, o título do Campeonato Carioca de 1989 foi especial. Ele era amigo pessoal de Maurício, autor do gol do título do Botafogo por 1 a 0 contra o Flamengo.

– 1989 foi único! Acho que por causa do fim do jejum de 21 anos sem título. Foi sensacional aquela vitória!

    O Brasileiro de 1995 também marcou Rodrigo como botafoguense. Além de ter ido a todos os jogos, inclusive a semifinal contra o Cruzeiro, no Mineirão e a final contra o Santos, no Pacaembu; ele reafirmou a superstição característica de (quase) todo alvinegro.  

– Eu levei uma bandeira que levei em todos os jogos do Brasileiro. Na verdade eu fui a semifinal e a final por causa da bandeira. É a bandeira talismã. Até hoje eu tenho ela guardada. Meu pai me deu essa bandeira e eu a levei em todos os jogos. Na final, não me deixaram entrar com a bandeira no Pacamebu. Cortei um pedaço do preto e do branco (da bandeira) e amarrei na minha mão. Passei o jogo todo assim. São momentos inesquecíveis! – contou.

    Logo depois da final de 1995, ele se mudou para os Estados Unidos, mas desde então continua acompanhando o Botafogo da forma que seja. Hoje, graças a internet e a TV a cabo é s, mas nos anos 90 não era assim. Ele relembra quem em 1999, ano da final da Copa do Brasil, contra o Juventude, ouviu o jogo inteiro pelo rádio.

– Liguei para minha casa no Rio de Janeiro e meu pai colocou o jogo no rádio. A gente ficou quase duas horas na ligação. Veio uma cobrança enorme para ele. Isso também foi inesquecível.

    Em 2007, junto com alguns amigos Alvinegros de San Diego, na Califórnia, Rodrigo fundou a CaliFogo 07. Agora, para se aproximar do Glorioso e para mostrar que existe torcida do Botafogo, mesmo que de muito longe, ele oficializou a CaliFogo 07 como uma Estrela da Constelação Alvinegra.

Mas Rodrigo vai além das fronteiras da Califórnia. Quando vai ao México para surfar, muitas das vezes está com a camisa ou boné do Botafogo. Em 2018, Rodrigo viajou para assistir à Copa do Mundo na Rússia e junto consigo, levou uma bandeira  alvinegra com o escudo do Botafogo e o nome dos filhos, Igor e Sophia. Além de externalizar a marca alvinegra, Rodrigo carrega o Glorioso pelo mundo inteiro,

 

          ?Rodrigo Medeiros, na Rússia, levando a bandeira alvinegra com o escudo do Botafogo e o nome dos filhos, Igor e Sophia.

    Você faz parte de um grupo de Alvinegros que se reúne para assistir aos jogos? Faça como o Rodrigo! Crie a sua Estrela e faça parte dessa Constelação!